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DEPOIS DE 15 ANOS, PAIXÃO DE CRISTO VOLTA A SER APRESENTADA EM PINHEIRO

O Grupo Teatral Paixão de Cristo é considerado o maior ao ar livre do estado do Maranhão; criado em 1986, iniciou suas apresentações em teatro fechado, o sucesso dos espetáculos tomou grandes proporções e logo passou a ser apresentado nas ruas, avenidas e praças de Pinheiro. Quem não se lembra das emocionantes cenas da crucificação no alto da ladeira na Rua da Copisa acompanhadas por milhares de espectadores; um grupo que ganhou o respeito dos pinheirenses pelo empenho, força e determinação.

No entanto, com os altos custos de investimentos para as apresentações ao ar livre, o grupo precisava de muitos apoiadores e principalmente de incentivo do poder municipal. Sem ajuda, o grupo passou exatos 15 anos sem apresentar a Paixão de Cristo em Pinheiro. Tomando conhecimento da situação e sabendo o esforço do grupo, o Prefeito Luciano de imediato deu o apoio necessário para o resgate dessa importante encenação, o que resultou em um grande espetáculo na Praça José Sarney com oito cenários, luz, sonorização e mais de 150 jovens e adultos entre atores, atrizes e voluntários participando do retorno da Paixão de Cristo em Pinheiro.

Milhares de pessoas estiveram aplaudindo e se emocionando com a história, A Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo interpretada pelo Grupo Teatral Paixão de Cristo.

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“LUCIANO GUERREIRO DO POVO DE PINHEIRO” – ASSIM GRITAVA O POVO AO LADO DO PREFEITO LUCIANO

No dia 11 de abril, a CEMAR e a Policia Militar se dirigiram às 03:00 da madrugada na “calada” da noite, até o conjunto de residências no Bairro Bubalina, nas casas do projeto Minha Casa Minha Vida, intitulado “Residencial Bom Viver” no município de Pinheiro, para cortar a energia que havia sido improvisada pelos moradores que ocuparam as casas.

Sem avisos, sem ordem judicial, sem notificações, a CEMAR retirou os transformadores e as fiações que conduziam energia para as casas; no procedimento vários aparelhos foram queimados e danificados, crianças ficaram sem ventiladores a mercê de mosquitos, mantimentos começaram a estragar nas geladeiras.

 Desesperadas e sem saber a quem recorrer, as mais de 800 famílias que residem no conjunto se deslocaram até o prédio da prefeitura de Pinheiro em manifestação pacífica para pedir, num ato de esperança, ajuda do Prefeito Luciano.

Por volta das 10:00 da manhã o relato dos fatos fora encaminhado para o prefeito que estava em seu gabinete, no entanto, para surpresa de todos, João Luciano saiu de sua sala em direção a praça José Sarney para ouvir pessoalmente da população o que estava acontecendo; as pessoas ainda sem acreditar, choravam, aplaudiam, gritavam ao prefeito do povo;

Numa comovente e histórica iniciativa, João Luciano acionou o corpo jurídico da prefeitura e se juntou a manifestação se deslocando a pé, lado a lado com a população para a 5ª Delegacia Regional de Pinheiro para buscar ajuda e esclarecimento da justiça. Comerciantes e populares olhavam curiosos e admirados o prefeito Luciano a frente de famílias inteiras, grávidas, idosos, crianças e mães com bebês de colo caminharem gritando e batendo no peito: Luciano Guerreiro do povo de Pinheiro.

O delegado responsável recebeu o prefeito e sua comitiva para uma longa negociação que durou mais de cinco horas e culminou no escritório da CEMAR, a essa altura Ministério Público, Polícia Civil e Militar, Câmara de vereadores e a presidência da CEMAR já estavam envolvidos no caso para buscar uma saída para o povo; Luciano não mediu esforços.

A vitória foi digna e certa: num acordo que envolveu o compromisso da prefeitura em arcar com as despesas de energia elétrica até tudo ser regularizado, a população saiu de lá com a certeza de que até 48 horas todo o sistema elétrico, de todas as casas, estaria ligado novamente. A população comovida, emocionada, não sabia como agradecer ao prefeito do povo.

ENTENDA O CASO

O conjunto de casas é do projeto Minha Casa Minha Vida que contemplou a cidade de Pinheiro com 1500 moradias; em 2012 a Caixa Econômica realizou o sorteio do primeiro lote contendo 800 residências no Bom Viver 1 para as famílias cadastradas, mas numa manobra desumana, o ex-prefeito Filuca Mendes entrou com uma ação para suspender a validade do sorteio, uma liminar que se arrasta até hoje na justiça; como se não bastasse, a Caixa pagou 92% da obra, mas a empresa responsável pela execução do projeto abandonou o trabalho, outro embate jurídico sem previsão de resolução. Com o passar dos anos as casas que estavam finalizadas começaram a se deteriorar e sofrer ataques de vândalos que roubavam portas, fiações pias e vasos; para não perderem suas moradias para o descaso, as famílias sorteadas ocuparam as residências em 2016 e se organizaram em associação na tentativa de garantir um lugar para morar.